Arquivo de junho 2009

Paradigma de Programação Imperativo

Uma linguagem de programação que utiliza paradigma imperativo, manipula variáveis a partir de ordens ou
comandos. Por exemplo, determinado número de váriáveis são lidas na entrada, são manipuladas e colodas
em outras variáveis, ditas saídas, manipulando estados.

Um programa imperativo realiza uma série de tarefas, uma atrás da outra, que o computador tende a executar.
Alguns exemplos de linguagens que utilizam paradigma imperativo são: Ada, Algol, C, Fortran, Pascal,
entre outras.

Essa imagem mostra de forma bem interessante o fluxo dos dados num paradigma Imperativo.

Vantagens:

  • Eficiência (embute modelo de Von Neumann);
  • Modelagem “natural” de aplicações do mundo real;
  • Paradigma dominante e bem estabelecido;
  • É altamente flexível, podendo ser migrado para outras paradigmas facilmente;

Desvantagens:

  • Difícil legibilidade;
  • Erros introduzidos durante manutenção;
  • descrições demasiadamente operacionais focalizam o como e não o que
  • Relacionamento indireto com a E/S (indução a erros/estados)

No próximo post falaremos sobre o Paradigma Funcional.

Paradigmas de programação

Consiste em modelos ou padrões adotados por linguagens de programação que agrupam caracteristicas em comum, a classificação de um paradigma é decorrente de decisões de projetos de projeto que impactam radicalmente na forma como um problema real é modelado do ponto de vista computacional.

Classificação:

Imperativa, Funcional, Orientado a objetos, Lógico e orientado a aspectos. Existem outras classificações porém as mais “comerciais” são essa listadas acima. Vamos durante essa semana estudar o que diz cada paradigma, quais suas vantagens e desvantagens e faremos um quadro comparativo entre elas.